Prometo
continuar sorrindo à vida
Plantar
no mundo o que eu gosto de colher
Acreditar
– de maneira desmedida
E
ver nos sonhos o que me habituei a ver
Prometo
sempre defender as minhas verdades
Que
já fazia em meus versos juvenis
Buscar
a excelência sem vaidades
Querendo
a tudo o mesmo bem que sempre quis
Prometo,
enfim, não cometer o desatino
De
ver abismos pelos vales que cruzar
E aceitar e ainda lutar por meu destino
A
boa luta, não vencer ou conquistar
Oferecendo
e procurando em cada esquina
Meu
próprio rosto, e sorrir ao encontrar